LUTO! Quem era a jornalista de TV que foi encontrada morta em apartamento aos 40 anos

A jornalista Cristiane Sampaio, encontrada morta dentro do apartamento onde morava, em Brasília, era natural do Ceará e tinha uma trajetória consolidada na comunicação. As informações são do g1.

Produtora da TV Câmara e ex-funcionária da TV Verdes Mares, afiliada da Globo no Ceará, Cristiane era formada em Jornalismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Ela também possuía pós-graduação em Linguística e especialização em Administração Pública.

Ao longo da carreira, passou pela TV Verdes Mares, pelo jornal O Globo e pela assessoria de comunicação do Ministério Público. A jornalista também teve atuação em redações e entidades sindicais ligadas à categoria.

Em 2016, mudou-se para Brasília, onde passou a atuar como setorista do Congresso Nacional pelo Brasil de Fato. Durante quase dez anos, cobriu temas relacionados à política e aos direitos humanos. Posteriormente, ingressou na produção de programas da TV Câmara.

Cristiane Sampaio foi encontrada morta nesta segunda-feira (8) no apartamento onde morava, na capital federal. A morte causou comoção entre colegas de profissão e entidades representativas dos jornalistas no Distrito Federal e no Ceará. As informações são do g1.

Em nota conjunta, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) e o Coletivo de Mulheres Jornalistas do Distrito Federal lamentaram a morte da profissional e destacaram sua contribuição para o jornalismo.

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) também se manifestou. Em nota, a entidade ressaltou a relevância do trabalho desenvolvido por Cristiane na cobertura de temas sociais e políticos.

“Com rigor técnico, seriedade e compromisso social, foi fundamental na cobertura de importantes acontecimentos da história recente do país, como a luta pela reforma agrária, o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff, em 2016, a greve de fome de militantes da Via Campesina, em 2018, a mobilização contra a privatização da Eletrobras, entre tantas outras pautas que encontraram em suas palavras um instrumento de denúncia, memória e transformação social”, diz trecho da nota.

As entidades também prestaram solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho da jornalista. As circunstâncias da morte serão apuradas pelas autoridades responsáveis pela investigação.

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