A prisão de Kethlen Eduarda Hermisofe de Souza, conhecida nas redes sociais como “Ruiva do Job”, ganhou repercussão após a divulgação de detalhes da Operação Eiron, realizada pela Polícia Civil do Distrito Federal na última quarta-feira (6).
A influenciadora é apontada pelas investigações como integrante de uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e atuação de facção criminosa em Samambaia Norte, no Distrito Federal.
Conhecida por publicar fotos ostentando maços de dinheiro, armas de grosso calibre e uma rotina de luxo, Kethlen também produzia conteúdo adulto para plataformas na internet. Segundo a polícia, as próprias postagens ajudaram os investigadores a monitorar os passos da suspeita e identificar a atuação do grupo criminoso.
De acordo com a investigação, a jovem conciliava a venda de conteúdo erótico e programas sexuais com atividades ligadas ao tráfico de drogas e associação criminosa. À polícia, ela confirmou que mantinha perfis em plataformas adultas para comercialização de fotos e vídeos íntimos, mas negou envolvimento com prostituição e tráfico.
A Operação Eiron mobilizou cerca de 200 policiais e terminou com 14 pessoas presas. Ao todo, foram cumpridos 39 mandados judicial. As informações são do Metrópoles.
Ainda segundo a Polícia Civil, o grupo utilizava aplicativos de mensagens e sistemas de delivery para comercializar drogas, como crack, cocaína e derivados refinados. A facção também é suspeita de promover ações sociais em comunidades para conquistar apoio de moradores e dificultar denúncias.
Os investigados podem responder por tráfico de drogas, organização criminosa armada e lavagem de dinheiro.
Notícia anterior
Carro bate em moto de entrega de gás na Av. Garibaldi e deixa o trânsito lento