Caso Uldurico Júnior: ex-parlamentar denuncia perseguição e nega esquema

O ex-deputado federal Uldurico Júnior voltou a afirmar que é vítima de perseguição política após deixar a base do governo da Bahia. De acordo com ele, o rompimento com o grupo aliado foi seguido por uma série de medidas que teriam como objetivo prejudicar sua trajetória política.

As declarações ocorrem no contexto de uma investigação que levou à sua prisão preventiva. Uldurico é investigado por suposto envolvimento em um esquema que incluiria a concessão de benefícios a detentos em troca de apoio político e votos. Ele nega qualquer irregularidade e sustenta que as acusações não têm fundamento.

Segundo o ex-parlamentar, diligências como buscas e apreensões foram realizadas após sua saída da base governista, mas não resultaram na identificação de ilegalidades. Ele também questiona a decisão judicial que determinou sua prisão, classificando-a como indevida.

Uldurico atribui parte da situação a articulações políticas que, segundo ele, teriam sido intensificadas após o rompimento. Ele cita o nome do secretário Adolfo Loyola como um dos envolvidos nesse processo.

Em sua defesa, o ex-deputado reafirma sua inocência e diz confiar na Justiça para o esclarecimento dos fatos. Ele também lembra que integrava, até recentemente, o grupo político do governador Jerônimo Rodrigues, apontando esse contexto como relevante para entender o caso.

As investigações seguem em andamento, e até o momento não há posicionamento oficial das autoridades sobre as alegações de perseguição política.


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